Setor público · Infraestruturas críticas

Cibersegurança soberana para o Estado e infraestruturas críticas.

A ICS opera ao lado de ministérios, entidades públicas, operadores de infraestrutura crítica e forças de segurança. Protegemos sistemas sensíveis com o rigor operacional e o enquadramento legal exigidos por responsabilidades de Estado.

Enquadramento legal
Lei moçambicana
Confidencialidade
NDA perpétuo
Operação
24/7 em território nacional
Equipa
Talento moçambicano

Porquê a ICS

Quatro compromissos não-negociáveis para o setor público.

A relação entre um parceiro de cibersegurança e uma entidade pública exige mais do que capacidade técnica: exige confiança operacional sustentada em enquadramento legal, ética e soberania.

Empresa moçambicana

Sociedade Anónima constituída em Moçambique, sujeita à legislação nacional, com equipa local e compromisso permanente de presença no país.

Confidencialidade máxima

Engajamentos sob NDA, cadeia de custódia formal, controlo need-to-know e segregação estrita entre clientes e operações.

Legalidade e mandato

Cada operação ofensiva decorre com autorização expressa, documentada e limitada em âmbito, tempo e ativos autorizados.

Transferência de conhecimento

Cada operação deixa capacidade interna: documentação, treinos, playbooks e indicadores transferidos para a equipa pública.

Setores de atuação

Oito frentes do Estado e da infraestrutura crítica.

Desenhamos programas de cibersegurança adaptados às especificidades de cada setor — governação, segurança, finanças públicas, energia, água, telecom, portos, justiça e saúde.

Ministérios e administração pública

Proteção de sistemas administrativos, portais de serviços ao cidadão, bases de dados de identidade e sistemas de arquivo.

Defesa, segurança e ordem pública

Apoio técnico em cibersegurança a forças armadas, polícia, serviços de inteligência e órgãos de investigação criminal.

Finanças públicas e receita

Proteção de sistemas fiscais, tesouraria do Estado, folha de pagamento pública e plataformas de contratação eletrónica.

Energia, água e utilities

Defesa de SCADA / OT, redes de transporte e distribuição, centros de controlo e sistemas de faturação e gestão.

Telecomunicações e operadores

Monitorização de tráfego malicioso, proteção de BSS/OSS, defesa de centrais e infraestrutura IP crítica.

Portos, alfândegas e fronteiras

Segurança de sistemas portuários, logística aduaneira, controlo migratório e plataformas de comércio internacional.

Justiça e registos

Proteção de sistemas judiciais, registos civis, comerciais e prediais, cartórios digitais e portais de notificação.

Saúde pública

Defesa de sistemas hospitalares, registos clínicos eletrónicos, plataformas de saúde nacionais e laboratórios de referência.

Enquadramento legal

Operamos dentro do quadro jurídico moçambicano.

Toda a atuação da ICS junto de entidades públicas respeita o Código Comercial, a legislação de proteção de dados, a regulamentação setorial aplicável e os requisitos de contratação pública.

  • Contrato escrito com descrição de âmbito, obrigações e matriz de autorização.
  • Autorização expressa e formal para cada operação ofensiva.
  • Cadeia de custódia formal para todas as evidências digitais.
  • Confidencialidade perpétua sobre sistemas, dados e indicadores do cliente.
  • Relatórios técnicos e executivos passíveis de auditoria independente.

Frameworks e normas

Alinhamos as nossas operações às normas reconhecidas internacionalmente, aplicadas ao contexto de Moçambique e dos setores públicos abrangidos.

  • Código Comercial Moçambicano
  • Lei de Proteção de Dados
  • Regulamentação INCM
  • ITIL
  • COBIT
  • ISO/IEC 27001
  • ISO/IEC 27002
  • ISO/IEC 27005
  • ISO/IEC 27017
  • ISO/IEC 27018
  • NIST CSF
  • MITRE ATT&CK
  • PCI-DSS
  • GDPR (UE)
  • SANS Top 20
  • CIS Controls

Processo de engajamento

Seis fases, do primeiro contacto à operação contínua.

Um processo disciplinado, auditável e desenhado para o ritmo de contratação e tomada de decisão das instituições públicas.

  1. 01

    Contacto institucional e NDA

    Reunião inicial sob sigilo, assinatura de NDA e definição de ponto único de contacto dentro da entidade. Partilha controlada de contexto sensível.

  2. 02

    Avaliação preliminar e proposta

    Avaliação de superfície, ativos críticos e requisitos legais. Apresentação de proposta técnica, plano de envolvimento, equipa, cronograma e matriz de autorização.

  3. 03

    Contrato, autorização formal e mandato

    Contrato escrito conforme Código Comercial moçambicano, autorização expressa para operações ofensivas, definição de ativos autorizados e janelas operacionais.

  4. 04

    Execução com supervisão e reporting

    Execução operacional com reporting em tempo real à liderança designada. Reuniões de sincronização e protocolo de escalada definidos.

  5. 05

    Entrega, remediação e transição

    Relatório técnico e executivo, apresentação de resultados, plano de remediação priorizado e transferência de conhecimento para a equipa pública.

  6. 06

    Operação contínua e revisão

    Se aplicável, entrada em operação SOC 24/7, auditorias periódicas, exercícios recorrentes e revisões anuais da postura de segurança.

Modos de entrega

Seis modelos contratuais para o setor público.

Ajustamos o formato do contrato ao regime de contratação e à estrutura orçamental da entidade — desde contratos plurianuais a prestações pontuais de serviço.

  • Contrato plurianual de cibersegurança de confiança.
  • Assessoria técnica especializada por projeto ou programa.
  • Operação gerida de SOC, SIEM, SOAR e EDR com SLAs claros.
  • Exercícios periódicos de red team e avaliação independente da postura.
  • Resposta a incidentes em regime de retainer com tempo de resposta garantido.
  • Formação e capacitação de quadros técnicos das entidades públicas.

Iniciar conversa institucional

Pedido formal de reunião sob NDA.

Para entidades públicas, coordenamos o contacto através do ponto único designado pela instituição. Aceitamos comunicação por via oficial, assinada por dirigente competente.